Un grand MERCI à Chris McSorley et Hugh Quennec, d'avoir été là pour encourager le RHC Genève, et pour avoir partagé de beaux moments de joie avec les joueurs et les dirigeants de la formation championne suisse LNA pour la 11ème fois de son histoire.
Ce fut notre 4ème titre de champion dans les dernières 6 saisons.
Merci aussi pour l'article sur le site du GSHC. (LIRE ICI)
- samedi 18.12.2010, à 18h00 au Centre Sportif de la Queue d'Arve.
Match très difficile, où nous essayerons une nouvelle fois de nous dépasser et offrir un beau match à tous ceux qui viendront le regarder.
Occasion pour vous tous, de voir à l'oeuvre des joueurs proffessionels, d'une équipe qui compte dans ses rangs des joueurs plusieurs fois Champions d'Europe et du Monde. (Marc Gual "MVP 2009-10", Guillem Trabal "El Muro", Jordi Molet, Xavi Caldu, Albert Casanovas, Raul Marin, etc. José Luis "El Negro" Paez est encore Bléssé.
Venez nombreux. Quel que soit le résultat, ce sera sans doute une grande fête du Rink-Hockey à Genève.
Pedro Antunes - Bom dia Ricardo, pode-me dizer por favor, se as Regras definitivas para a época 2010/2011 já podem ser consultadas nos sites oficiais que gerem o Hoquei em patins?
Ricardo Oliveira - Caro Pedro,
Os ficheiros, já se encontram publicados nas páginas da FPP, assim como da ANAHP, dado serem as regras com o logótipo da FPP, versão português, embora sejam iguais ás que o CERH também irá divulgar na sua página.
Um abraço
Ricardo Oliveira
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Obrigado Ricardo.
Abraço
Pedro
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Nota: Porquê esta questão?
Porque raramente encontro o mesmo ficheiro. Quer seja no site do CERH, do CIRH, da FPP, da FSRH, etc... Assim fica complicado saber afinal o que é que está em vigor. Espero que esta resposta, ajude mais alguns treinadores que tinham as mesmas duvidas que eu.
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De assinalar que as mudanças que estão previstas nestes ficheiros, ainda não estão a ser aplicadas na Suiça. (Nem sei se já receberam essa in - formação)
Assim sendo, por exemplo, aquando dos Penaltys, o GR ainda deve ter a mão colada ao chão. Se um defesa levantar a bola na area a mais de 1.5 m, ainda é assinalado penalty, em vez de livre no canto superior, etc... (leiam bem os ficheiros para perceber todas as mudanças que há em relação a 2009/2010).
" Tive os primeiros contactos com o hóquei em patins em Vila Franca de Xira (a minha terra natal), o meu irmão já jogava se bem que nunca levou muito a sério a modalidade pois ao mesmo tempo tinha outra actividade bem popular na terra, era forcado e portanto estava ligado á festa brava e tudo o que diz respeito a touradas...eu tinha uns amigos que queriam ir para o hóquei e fui atrás deles pois achava interessante e gostava de ver os jogos da equipa do meu irmão, por isso para mim era óptimo pois podia estar com amigos e praticar um desporto que gostava" ...
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"Considero-me um privilegiado de ter conhecido e praticado hóquei em tempos diferentes e com regras diferentes, se bem que houve alturas em que achei que o hóquei estava a tornar-se num desporto nada atractivo para quem assistia aos jogos. Quando comecei ainda as balizas eram de madeira e havia 1 árbitro e dois fiscais de baliza que eram mais conhecidos pelos "bandeirinhas" isto porque estavam em cima de um prolongamento de madeira da baliza, na parte de trás desta, coisa que actualmente não tem sentido. O hóquei era mais lento e a velocidade de execução igualmente lenta mas notava-se técnica muito apurada nos verdadeiros artistas da modalidade"...
Agradecia que publicitasse, se for possível, o meu Web Site. Ele está em vias de terminar, mas pronto para ser visualizado e comentado. Ando estoirado. Foi como subir o Everest e estar a 20 metros do cume, sabendo que só lá chegarei no dia seguinte. Faltam umas animações e álbuns relativos ao texto, já tenho as fotos trabalhadas e só quero agora introduzir o "mouse-over" para ampliá-las, que penso dentro dum ou duas semanas estará finalizado.
Gostaria do seu feed back, sobre a impressão que o Home Page causa, pois os conteúdos para serem lidos, terão de ser ao longo do tempo. É contudo, um contributo que vai ser traduzido para chegar a uma maior audiência. Alguém teria de filosofar acerca das questões da nossa modalidade. Bem ou mal, procurei fazê-lo com franqueza sobre o que penso do desporto em geral e do Hóquei em Patins em particular. Um abanão, digamos, que reflecte um visão pessoal do fenómeno desportivo.
Os meus agradecimentos antecipados"
Velasco
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Obrigado Sr. Francisco Velasco, por partilhar conosco as suas idéias e a sua visão do hóquei, num site tão bem conseguido e muito interessante com idéias de exercicios técnico-tácticos.
Grande abraço.
Pedro Antunes * "Caro Pedro Antunes
É o primeiro feed back que recebo e o seu "tão bem conseguido e muito interessante", animou-me bastante, pois vindo do Pedro, tem um peso especial dado o seu envolvimento invulgar com a modalidade, patenteado no seu site.
Está à vontade para reproduzir esta troca de palavras. Os exercícios animados, mostrarão com mais clareza as soluções para as "situações repetitivas mais complexas. Não são meras ideias teóricas, foram aplicadas com sucesso no meu tempo e suspeito que ainda valem hoje.
O técnico recorda, na segunda entrevista feita pelos adeptos do site da FPP, os bons momentos da carreira - ainda se emociona quando vê as imagens do título conquistado ao serviço do Óquei de Barcelos no jogo com o Benfica -, não esquece os momentos difíceis e perspectiva o novo desafio da carreira, como treinador do Porto Santo SAD.
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Pedro Antunes – Quais as diferenças maiores encontradas nas equipas espanholas que treinou, em relação às equipas portuguesas, ao nível de organização dos clubes e motivação dos jogadores nos treinos e nos jogos?
José Querido - Essas diferenças, à primeira vista, não se notam, mas uma delas é a organização e, talvez por isso, o FC Porto ganha há tantos anos seguidos, pois a uma equipa para poder lutar com conjuntos bem organizados e feitos para competirem em alta competição, não basta só ter bons jogadores, é necessário o resto que é organização, condições de trabalho, disciplina, motivação e, nisso, a maioria dos clubes espanhóis estão bem recheados. Relativamente aos jogadores, os espanhóis não são superiores aos nossos. O que pode existir é uma mentalidade diferente de trabalhar, porque eles, no trabalho, são mais rigorosos e disciplinados tacticamente do que os portugueses e, no aspecto de finalização, são muito mais práticos. Continuo a pensar que não temos de os imitar, mas, sim, aproveitar os nossos magníficos recortes técnicos e explorarmos, ainda mais, todas essas nossas maravilhosas opções em termos técnicos, a juntar à evolução táctica que agora já somos mais capazes de utilizar, o que se nota no dia-a-dia no trabalho das equipas portuguesas.
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Outras perguntas e respostas, brevemente no site da FPP.
O hoquista recorda os principais momentos da carreira antes de iniciar nova etapa, aos 40 anos, no HC Braga. Esta foi a primeira entrevista realizada pelos adeptos do jogador e da modalidade e, nas próximas horas, Pedro Alves irá escolher o participante que ganhará a camisola da selecção nacional, com o número oito. Todos são vencedores, mesmo os autores de perguntas não seleccionadas, existindo outros associados a perguntas publicadas, porque os assuntos estavam relacionados. Vai haver novas iniciativas. Por isso, continuem atentos ao site da Federação de Patinagem de Portugal.
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A minha pergunta, tinha a ver, com a sensaçao que sempre tive, de que as coisas foram por vezes mudadas precipitadamente, por influencias pouco catolicas, que deu vantagem a Espanha nos ultimos anos...:
Pedro Antunes, Genève, Suíça -Que sensação tiveste quando, há 10 anos, certas pessoas já te tratavam e a outros jogadores como velhos e que insistiam para que houvesse "a toda a força" uma renovação completa na selecção nacional?
Pedro Alves –Isso foi há mais de dez anos, naquele período em que conquistámos os Europeus de 96 e 98 e perdemos os Mundiais de 97 e 99. A equipa era boa, com jogadores unidos, que foram enquadrados com hoquistas mais velhos, como Realista, Vítor Hugo, Vítor Bruno ou Franklim. Começou a vencer muito cedo e, quando não ganhava, diziam que éramos velhos. Era preciso haver renovação, mas de forma mais moderada, o que não aconteceu e agora estamos a «pagar essa factura».
“Bueno primero felicitarte por tu cumpleaños, espero que la pases muy bien y que estes al lado de todas las personas que te quieren.
Lo segundo es contarte que hace 2 fines de semana del 21 al 23 de Mayo en Colombia se llevo acabo la 4 parada Abierta Varones, Abierta Damas.
Que dejo como Campeón en la categoría Abierta Varones al Equipo MIMBRE HOCKEY CLUB de la ciudad de Bogotá, y en la categoría Abierta Damas al club D´rapeg también de la ciudad de Bogotá.
Mimbre es el club donde juego yo y en el cual todos sus deportistas han sido jugadores de selección Colombia, algunos de Sub-20 y 3 de la selección Mayores que estuvo en Vigo el año pasado. Puedes ver la info en la pagina de la federación colombiana de patinaje www.fedepatin.org.co
Cualquier información adicional o inquietud te puedes dirigir a mi,
muchas gracias por hacer que el hockey sobre patines se conozca mas todos los dias :D,
por cierto la foto de nuestro equipo esta en mi profile en el album Mimbre Campeón.
Pedro - Como esta actualmente el Hockey Colombiano?
Santiago Andrade - El Hockey Colombiano viene en alza desde el año pasado, despues del mundial de Vigo y el sub-20 en Bassano, hay muchos nuevos jugadores que provienen de la categoría Junior y seguramente aportaran mucho a la selección Colombia para el Mundial de Mayores del proximo año, obviamente con el apoyo de jugadores de mucha mas trayectoria y experiencia, lo que hay que destacar es que las finales de los últimos torneos han sido muy apretadas, eso quiere decir, que el nivel esta muy parejo, eso obliga a los equipos a trabajar aún con mas ganas.
Pedro - Quales son las maiores dificultades para jogar el Hoquei?
Santiago Andrade - Hay diferentes dificultades para jugar al hockey en nuestro País, la principal de ella creería yo es la falta de apoyo, con la falta de apoyo me refiero a diferentes casos, el primero son los pocos espacios que hay en algunas ciudades para practicar nuestro deporte, la poca difusión y la promoción del mismo, y si ademas de eso, le sumamos lo costoso que son todas las protecciones y los patines y los sticks, tenemos como resultado los poco deportistas que tenemos actualmente, otra dificultad es el poco apoyo de empresas privadas, o publicas, todo el financiamiento corre por cuenta de los padres de los deportistas y eso lo hace aún mas complicado, no es como en San Juan o en otras ciudades donde se juega hockey en el mundo, que las empresas se interesan en poner su nombre en tu camiseta y ayudar al club, aunque la mayoria de los clubes están en esa busqueda constante, hay mas dificultades peor diria que esas son la sprincipales.
Pedro - Quales son los puntos fuertes del actual Hockey Colombiano?
Santiago Andrade - Las ganas y la determinación, las ganas de ser mejores, de demostrar que podemos y creo que han dado resultado, los colombianos somos muy persistentes y si queremos algo luchamos hasta conseguirlo, y la verdad le sumaria la calidad técnica individual de algunos de sus jugadores, sin embargo diría que nos falta experiencia en táctica grupal para poder llegar a jugar un mejor Hockey.
Pedro - Como miras el futuro del Hoquei en tu Colombia?
Santiago Andrade - lo veo muy prometedor, la verdad cada vez la Federación Colombiana de Patinaje se ha interesado mas en sacar adelante nuestro deporte y se esta recibiendo mas apoyo departe de los dirigentes, sobre todo del Presidente Alberto Herrera Ayala, todavía falta mucho camino por recorrer, pero creo que ha sido un gran comienzo de año, en estos momentos la selección Colombia de damas esta entrenando arduamente para el mundial en España y seguramente darán una sorpresa, te lo aseguro, son jugadores muy talentosas y con fogueo internacional, un gran punto a favor.
y en los Varones, esperamos comenzar a mediados de este año el proceso de selección Colombia parea el mundial del próximo año, cosa que nunca se había podido hacer con tanta antelación debido al sube y baja que estábamos acostumbrados entre la categoría A y la B, pero por fin conseguimos quedarnos en la máxima categoría y así esperamos seguirlo haciendo de acá en adelante.
muchas gracias por todo enserio y espero te sirva mi opinion de algo :D
Pedro Antunes – Parabéns João e Edo por esta iniciativa. Como é que nasceu a idéia do projecto? João Lapo: Esta ideia nasceu há algum tempo. Sabendo da mais-valia que o Edo representa para a modalidade, desafiei-o, e ele, partilhando das mesmas ideias, aceitou o desafio.
P.A. – Em vários Campeonatos da Europa em que participei, ouvi muita gente dizer que o maior problema da seleção junior de Portugal era o Guarda-Redes. Edo, tu que és dos Guarda-redes mais experientes do nosso campeonato, qual a tua opinião sobre este tema? Edo Bosch: Pedro, Tradicionalmente, a Espanha é uma fonte de guarda-redes com qualidade visto que a aposta na formação específica de treino de GR é uma realidade. Em Portugal , existem bons GR , mas em menor quantidade o que dificulta a evolução competitiva dos GR em Portugal, enquanto que em Espanha a competitividade para chegar a uma selecção júnior é muito maior. P.A. – E tu João, também sentes isso nos inter-regiões em que participas como selecionador da A.P. Porto? João Lapo: Concordo com o Edo, uma vez que analisando as selecções que participam no Inter Regiões, apenas 2 ou 3 apresentam GR com um nível elevado. P.A. – Edo, quais são os principais defeitos que tens observado nos jovens Guarda-redes, nos jogos a que podes assistir? Edo Bosch: A dificuldade de patinar apresenta-se, na minha opinião, como a maior lacuna no GR Português, retirando-lhe soluções a defender.
P.A. – João, sentes que na maior parte dos clubes, e por diversas razões, nem sempre se dá a atenção necessária ao trabalho especifico dos Guarda-redes? João Lapo: Sim , quase todos os clubes têm apenas um treinador , a carga horária nem sempre é a necessária para dedicar tempo ao treino específico de GR. O que para mim é um erro crasso. P.A. – Estes treinos podem ser fundamentais para a evolução dos Guarda-Redes da região do Grande Porto e não só. É bom ver grandes guarda-redes como tu transmitir aos jovens a sua experiencia... Edo Bosch: O objectivo é esse, transmitir diversas técnicas de baliza, patinagem, treino físico específico para GR, aproveitando a experiência que eu posso transmitir como um exemplo.
P.A. – Como é que tens visto a evolução dos jovens hoquistas nas diversas regiões de Portugal? Pensas que o futuro será risonho para as nossas seleções, ou que serão necessárias mais algumas iniciativas como esta, para que o nível desejado possa ser atingido? João Lapo: Acho que este tipo de iniciativas contribuiu para fomentar a modalidade acima de tudo. Ganhar o gosto pela modalidade, dando notoriedade à mesma tendo por objectivo aumentar o nº de praticantes em Portugal, pois assim, a probabilidade de aparecerem talentos é maior, sendo o desafio de os preparar também. P.A. – Edo, fala-se muito dos diferentes estilos entre Portugal & Espanha. Quer-me parecer que esses estilos são cada vez mais parecidos e que cada um se aproximou um pouco do estilo do outro. O que é que achas? Edo Bosch: Acho que sim, sentindo, se me permites, que eu contribuí de alguma forma para o aproximar destes dois estilos que, na minha opinião se complementam, dando alternativas de resposta no ringue. Pedro Antunes – Para terminar, o que é que pensam deste blog amador chamado “Patinslover”? João Lapo: Acho é um bom exemplo que como a modalidade deve ser divulgada, pelos diversos campeonatos que percorre e do que se faz pelo hóquei a nível mundial.
Edo Bosch: Patinslover permite-me seguir o hóquei internacional, em especial o Espanhol. * Obrigado João e Edo. Aproveito para vos desejar muitas felicidades com este projecto e que os jovens Guarda-redes não percam esta oportunidade, para dar um grande passo em frente para as suas futuras carreiras hoquisticas. Grande abraço. Pedro Antunes
CPLisbonense, decidiu suspender a modalidade de HP
(Algumas explicações) *** Bruno Carvalho, Presidente da Direcção do CPLisbonense informou-me que:
* "O CPLisbonense, decidiu em reunião de Direcção, suspender a modalidade de Hóquei em Patins no clube, até ao final da época. Esta situação será reavaliada para a próxima época na próxima Assembleia-Geral". *** Boa tarde Sr. Bruno, Para os leitores do blog, pode-me dizer em "duas ou tres palavras", as razões principais que levaram o clube a tomar essa decisao?
Muito obrigado. Pedro Antunes * Bom dia. Claro que sim. Actualmente estamos a aguardar há mais de 4 anos que seja construído o pavilhão camarário, que nos vai albergar. O pavilhão que inicialmente foi apresentado pelo Sr. Pedro Feist como o pavilhão Municipal de Campo de Ourique e que agora se chama Pavilhão Municipal das Amoreiras. E o facto de não estar ainda construído, está a dar, ao CPLisbonense, um prejuízo directo de 15.000 euros por ano e indirecto na ordem dos 21.000 euros por ano. Por esse facto temos de estar subordinados às horas de pavilhão disponiveis noutros locais. E o facto da Camara Municipal de Lisboa nos ter reduzido para metade, as nossas horas de pavilhão, para dar ao futsal de outro clube, foi o factor decisivo. Mas, a CM Lisboa sabe dar 18.000.000 ao SCP... Se por ventura só lhe dessem 16.000.000 já tinham 2.000.000 para mandar fazer o pavilhão camarario que nos albergará... Já sabemos que a resposta é o facto do SCP ter 500 vezes mais socios que o CPLisbonense... Não tenho nada contra o SCP, até tenho uma relacção cordial com o Eng. Gilberto Borges. E não lhes desejo mal nenhum, mas, se nós temos de fazer tantos sacrificios, ao menos que a CML reconheça e nos facilitem um pouco a nossa actividade desportiva. Acho que todos saíriam a ganhar.
E é de salientar que presentemente temos crianças do Bairro da Boavista (onde se situa o pavilhão), sem poderem praticar Hóquei porque não há horarios disponiveis para tal. Isto depois de termos a confirmação por parte da CML que iriamos ter horários compativeis com crianças dos 4 aos 10 anos. E depois de termos feito um investimento superior a 4000 euros em material. Agora temos sticks, joelheiras, cotoveleiras, luvas, patins, bolas, equipamentos de jogo e de guarda-redes para "salgar".
Quanto aos veteranos o problema é a falta de assiduidade aos treinos. Um clube não pode fazer um grande investimento e os atletas faltarem tantas vezes aos treinos. Houve treinos que foram cancelados porque só tinham 4 atletas...
Saudações Desportivas e Boas Festas Bruno Oliveira MCCarvalho Presidente da Direcção do Clube de Patinagem Lisbonense, APD *
Bem..., está visto que (para variar) o Sporting é que tem a culpa...
O que é que se há-de fazer !... So o SCP é que recebeu ajuda. E os outros maiores clubes de Lisboa ficaram de mãos a abanar ?...
(Paciencia! Jà começamos a ficar habituados a estas coisas...)
Desde o principio das provas Taça Cers & Euroliga, que no site official do CERH, não hà acesso aos quadros de resultados 2009/2010. * O presidente do CERH, Sr. Carlos Graça, teve a amabilidade de responder a uma pequena pergunta e explica a "paragem actual" do site do CERH. * Pedro Antunes:Olá Sr. Carlos Graça. Agradeço o envio das informaçoes sobre a CERS & EUROLIGA que tenho publicado. Para quando os resultados no vosso site oficial? * Carlos Graça: Olá Pedro, A razão da "paragem" do site do CERH deve-se ao facto de o "webmaster" ter adoecido e desde então não deu mais sinais de vida. Vi-me obrigado a prescindir dos seus serviços, solicitando-lhe o acesso de "administrador". Pedido que não foi atendido pois nem resposta me deu.
Contratei a elaboração de um novo site para o CERH que estará on line em Janeiro do próximo ano... espero.
Entretanto e se quiser divulgar esta informação aos seus visitantes pois são bastantes aqueles que me contactam para saber o porquê da paragem na informação e até criticando-nos asperamente pelo que está acontecendo que, como vê somos alheios.
Quando o novo local estiver "operacional" enviarei informação.
Depois de ter publicado o artigo sobre a Recolha de Material para o Brasil, a minha curiosidade levou-me a fazer esta pequena entrevista ao Daniel do Vale, grande dinamizador do projecto.
Talvez a leitura das suas respostas, possam fazer com que algumas pessoas mais, possam ajudar este projecto a ir para a frente e a dar muitas alegrias, às crianças do Recife que querem jogar Hoquei em Patins. *** Pedro Antunes - Como é que tives-te a ideia deste projecto? Daniel do Vale -A idéia surgiu depois de ver os vídeos do projecto do Beto. Contactei-o por telefone e perguntei-lhe se concordava com o que eu pretendia fazer. Ficou contente com a proposta e explicou-me um pouco mais o que faz. O projecto dele é sem dúvida um grande propósito que contribui para ajudar crianças carentes, proporcionando-lhes uma melhor qualidade de vida, um novo projecto de vida! E ao mesmo tempo promove a evolução do hóquei com uma grande escola. Eu morei 10 anos no Brasil (dos meus 10 aos 20) e consigo entender as dificuldades que existem no hóquei e ao mesmo tempo o potencial que nunca apareceu (tens um bom exemplo na Argentina). *
Pedro Antunes - Tem corrido bem a recolha de material? Já recebes-te muita coisa? Daniel do Vale -Para além de algum material meu que vou enviar, recebi algumas coisas de um familiar que também jogou hóquei e outra entrega que chegou ontem do Guilherme e Ricardo Lopes (dois irmãos ainda jovens que também viram o vídeo e perceberam a idéia). Infelizmente, mais nada... * Pedro Antunes - Quando é que pensas poder enviar o material recebido para o Recife? Daniel do Vale -Enviei um pedido ao IPAD (Instituto Português do Desenvolvimento) para ajudar na parte logística do envio dos equipamentos para Recife. Ainda aguardo resposta. Pretendo encaminhar tudo até fim de Fevereiro. Com ou sem apoio do IPAD. *
Pedro Antunes - Que material tens recebido em maior quantidade? Daniel do Vale -Tenho já 3 patins... mas falta tudo! Eles precisam até de bolas para treinar! *
Pedro Antunes - Que mensagem gostarias de deixar neste momento? Daniel do Vale -Gostaria de ver materializado em acções tudo que se fala em fazer pelo hóquei... deviamos fazer isto... deviamos fazer aquilo... então! Vamos lá ajudar. Uma bola custa 5 Euros. Há clubes que têm material parado. Com um pequeno esforço, ajudamos crianças que precisam de objectivos melhores do que aqueles que a vida lhes proporcionou e ao mesmo tempo ajudamos a nossa querida modalidade a desenvolver-se! Ou corremos o risco de continuarmos a ser meia-dúzia de países europeus... * Vejam lá bem, se não têm qualquer coisa para mandar ao Daniel!
Quando passarem pela zona de Lisboa (para um jogo por exemplo), telefonem-lhe e entreguem-lhe algum material para ele enviar depois para o Recife.
Daniel Almeida do Vale Av. General Norton de Matos, 35 - 4º Esq. B 1495-234 Miraflores - Algés Tel: +351.961.685.421
Nem que seja uma bola, umas caneleiras usadas, etc...
Ahora me gustaría saber qué es lo que opina el CIRH y sobre todo que piensa hacer cuando unas Federaciones, como el caso de la Mexicana o la Uruguaya, perjudican absolutamente la modalidad que practicamos y entorpecen la buena marcha de un deporte que ellos deberían defender por deber y por principios.
Yo veo dos posibles soluciones:
Que el CIRH actúe con responsabilidad, ayudando, asesorando y peleando delante del FIRS, para intentar salvaguardar los derechos de sus practicantes en el mundo y si después de hacer todo esto, no conseguimos una reacción por parte del CIRH (que es lo que sucederá), Empezar a contemplar la posibilidad de hacer una federación independiente, ante la desidia de unos y el uso y abuso, además de una absoluta inoperancia contrastada por parte del FIRS y varias federaciones nacionales, - que utilizan el hockey patines, para sumar más licencias y obtener mayor presupuesto y mejores posicionamientos para sus estrategias en el patinaje, que es por encima de todo que las carreras sean Olímpicas, empeño en el cual han fracasado una vez más este año, al ser rechazada su candidatura por el COI -,.
Pero no nos engañemos, lograr nuestra independencia como deporte, no es un camino fácil.
- Hay que saber si el CIRH está dispuesto a llegar al final. - Conocer cuales son los pasos que se deben seguir para la independencia y cual es la institución superior que puede estudiar nuestra secesión. - Valorar de qué manera puede perjudicar a algunas federaciones que son fuertes y apoyan a todas las disciplina - Con qué medios presupuestarios y logísticos, podrán contar las futuras federaciones, local y dinero son dos puntos básicos para la gestión del deporte en un país - Legislación vigente de los países y Ley del Deporte correspondiente - Capacidad de trabajo y gestión del CIRH, para avanzar en este camino (la sensación que tengo es que el Sr. Harro está sólo y los miembros de su comité divididos) - Apoyo real por parte de todos para ayudar al Sr. Harro, si realmente inicia este camino. - Si no lo realiza, estamos generando, - a través del blog de Pedro Antunes -, un foro que cuestiona muchas cosas, pero que debe ser, desde una oposición a los planteamientos actuales, responsable, documentada e inteligente, yo no me sumaré a la crítica gratuita, ni a la descalificación, pero si se trata de ayudar al hockey aquí está mi mano. - No olvidemos que actualmente la única representación que tiene el hockey mundial delante del FIRS y delante de cualquier institución y estamento deportivo es el CIRH, que preside el Sr. Harro, nos puede gustar más o menos su gestión, - yo fui un opositor más en las pasadas elecciones en una candidatura española que perdimos -, pero lo que si que está claro es que él, es el Presidente del hockey mundial y su cargo le permite marcar una línea política determinada, defender al hockey y tomar decisiones en uno u otro sentido, por lo que hemos de intentar ser críticos, pero también ayudarle en caso de que su política siga lineamentos comunes a nuestras sensibilidades.
Nuestras debilidades como grupo son,
A) No somos potencialmente importantes para la Presidencia del CIRH, pues no votamos (derecho reservado a las Federaciones Nacionales), pero ello no nos impide tener una influencia real, cada uno en su país (en algunos casos, para apoyar o censurar una gestión).
B) No tenemos una estrategia, ni mantenemos una unidad, nos une la indignación por aquello que es a todas luces injusto.
C) No tenemos una Asociación o Federación concreta que nos represente
D) Carecemos de información (la información es poder) y ello va en detrimento de nuestra modalidad, pues solamente podemos criticar aquello que por injusto y flagrante podemos apoyar, pero esto no es más que la punta del Iceberg.
E) En consecuencia de todo ello, no hay unidad entre todos nosotros y divididos no tenemos absolutamente ninguna fuerza
F) Una oposición constructiva se basa, en la organización, la unidad, la determinación y nosotros por el momento actuamos como “francotiradores”, pero no como una fuerza organizada (seguramente por que hasta este momento no lo planteamos)
G) ¿Realmente queremos mejorar el hockey?, IDEAS, PROYECTO, OBJETIVOS Y ACCIÓN, hasta que no llenemos de contenidos estos cuatro campos, no seremos efectivos como colectivo (si es que realmente nos interesa hacer un frente común).
Por último, seguro que hay muchas sensibilidades y opiniones, pero no sabéis cuanto me alegra que al fin la masa crítica del hockey esté despertando y participe en este debate a favor del hockey.
Saludos cordiales. Joaquim Paüls *** Luca Maria Ventra dice: "¿cómo puedo ser de ayuda ... ¿Qué puedo hacer? que pocos pueden llegar a ser muchas ... porque el amor por el deporte es demasiado fuerte para ganar! Recuerdos Luca Maria Ventra"
*** Rinito Rita dice: Joaquin Pauls , o Hóquei em Patins , se quiser ter um futuro , ser um grande desporto e ser AOlímpico só tem um caminho , FEDERAÇÃO PRÓPRIA , não existe outro nem já há tempo para outras soluções . Cumprimentos Rinito
Team: Filipe Miranda (Barcelos) Leonardo Pais (Porto) José Pedro (Barcelos) José Costa (Porto) Diogo Fernandes (Porto) Henrique Magalhães (Porto) Ruben Pereira (Gulpilhares) Paulo Passos (Turquel) João Rodrigues (Benfica) - Ler Entrevista 28.06.07 Luis Querido (Barcelona) - Ler Entrevista 14.05.09
Amigos com este profissionalismo assim, não é todos os dias que encontramos.
Por isso Jorge, o meu sincero agradecimento, pelo artigo e por todas as horas que passas no site CUM, para que todos nós possamos ter noticias praticamente "na hora", do que mais importante se passa no hoquei em patins.
THE MOUNTAIN OF ATLANTIC OCEAN from Alexandre Jesus on Vimeo. (um video com o Cândido Oliveira) ***** Entrevista a CANDIDO OLIVEIRA “CARRAIS” Dadas as distancias que nos separam, esta foi mais uma entrevista realizada via e-mail. Agradeço por isso ao Cândido Oliveira, a disponibilidade e o tempo que passou a responder ás perguntas que eu lhe coloquei e que espero venham de alguma maneira clarificar alguns pontos, sobre os quais ele não teve a oportunidade de falar até agora. Falamos da sua saída do Candelária e do seu regresso a Gulpilhares. ***** "A minha saida do Candelária, foi de todo surpreendente."
"Depois da minha saída, houve até quem dissese que tinha vergonha de vestir a camisola do Candelaria". * Pedro Antunes - Olá Cândido, espero que esteja tudo bem contigo. Agora que acabou o Campeonato, podes-nos dar a tua opinião sobre a tua saída do Candelária e a tua visão do lance que provocou a tua rotura com o clube? Cândido Oliveira - Em 1º lugar queria-te agradecer por me dares esta oportunidade. A minha saída do Candelária Sport Clube foi de todo surpreendente. O que se passou de facto é que ouve um desentendimento entre mim e um colega de equipa num treino. É verdade que tive uma atitude incorrecta para com esse colega e como tal pedi desculpa ao visado e humildemente disse que estava arrependido do meu acto. Posteriormente tive a oportunidade de fazer o mesmo a alguns membros da direcção, incluindo o presidente do clube. Depois de tudo isto foi-me comunicado pelo presidente do clube que não havia mais condições para continuar a jogar no Candelária. Fiquei estupefacto. Não queria acreditar no que estava a acontecer. Afinal de contas o que se passou comigo acontece em vários clubes de hóquei em patins e até noutras modalidades como por exemplo o caso do Pepe no Real Madrid ou do antigo seleccionador nacional de futebol Luis Filipe Scolari com a agravante que estes dois exemplos estavam a ser transmitidos na televisão com milhões de pessoas a assistir. Para além disso vi o Real Madrid, clube do Pepe, a Federação e o Sr Luis Filipe Scolari a recorrem dos castigos. Como é que me poderiam estar a fazer isto, quando haviam atletas no Candelária a treinar e a jogar embriagados, com o conhecimento do actual treinador e da direcção e não houve nenhum castigo? Como é possível dizerem que o "Candelária nesta como em todas as circunstâncias não abdica nem prescinde de uma linha dos seus princípios nem que para isso perca nos resultados desportivos" e em Dezembro, o Presidente contrata o guarda redes Luís Gil, que teve uma conduta menos correcta com um árbitro e ficou suspenso dois anos de jogar? Como é possível haverem jogadores a chamarem o presidente de mentiroso, na cara e à frente de outros membros da direcção, e passaram impunes? Para além destas, existem muitas outras situações que passaram impunes. Depois da minha saída, houve até quem dissesse que tinha vergonha de vestir a camisola do Candelária. Não houve o mínimo de respeito por mim, muito menos pela minha mulher e minha filha que estavam comigo no Pico desde o primeiro dia. A minha ida para o Candelária só ficou decidida a partir do momento em que tive a certeza absoluta que a minha mulher e a minha filha iam comigo, pois se assim não fosse nunca teria ido e o presidente do clube sabia desta situação. Fiz-lhe ver que não havia dinheiro que me leva-se para lá sem a minha família. Esta situação fez com que eu regressasse mais cedo a casa, uma vez que, a minha mulher e a minha filha têm de ficar no Pico até acabar o ano lectivo 2008/2009. Foi uma separação forçada e todos estamos a sofrer, principalmente a minha filha, pois nunca estive tanto tempo ausente. *
"Saio do Candelária com mágoa, pois não era desta forma que gostava de sair".
* Pedro Antunes - A história que veio a publico, foi então uma historia muito "mal contada"... Cândido Oliveira - Sim sem dúvida que foi uma história mal contada. Terei sido, porventura, um “bode expiatório” para um equilíbrio financeiro de tesouraria (com o despedimento de um treinador e entrada de outro, o clube teve uma derrapagem no orçamento), numa fase em que o apuramento para o Play-off já estava garantido. Coincidências... Saio do Candelária com mágoa, pois não era desta forma que gostava de sair. Deixei grandes amizades em todos os clubes por onde passei e o Candelária não foge à regra. Não me arrependo nem por um segundo de ter ido representar o Candelária, muito pelo contrário, pois a nível desportivo, tive a oportunidade de treinar e jogar com excelentes jogadores e de ser orientado por aquele que considero um dos melhores treinadores nacionais, Pedro Nunes. Evoluí muito tecnicamente mas sobretudo tacticamente. Nas três épocas participamos nas competições europeias, sendo que na primeira fomos finalistas vencidos da Taça CERS e a nível interno todas as épocas melhorávamos a nossa classificação comparativamente à anterior. Quanto a nível pessoal / social passo a falar não só por mim mas também pela minha mulher e pela minha filha. Gostámos muito de viver no Pico. Fomos muito bem recebidos e tivemos o privilégio de conhecer excelentes pessoas. Aproveito para agradecer em meu nome e da minha família, especialmente ao Ricardo Dias, Manuela Dias e toda a sua família, à Carla Alves e sua família, ao Paulo Jorge (Presidente A.P.P.), ao Sr. Vital, ao Marcelo e tantas outras pessoas que foram fantásticas na nossa adaptação e que passaram a estar nos nossos corações. Aos meus colegas de equipa, a todos sem excepção, um muito obrigado por tudo que fizeram por nós. Desejamos-lhes as maiores felicidades do Mundo. * Pedro Antunes - Confirmas a tua ida para o Gulpilhares na próxima época? Cândido Oliveira - Sim confirmo. *
"O ACR Gulpilhares é muito mais que um clube de hóquei, é uma família".
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Pedro Antunes - Estás feliz por este regresso a um clube por onde já passas-te tantos anos? Cândido Oliveira - É um regresso a casa, por isso estou felicíssimo. Na altura da minha saída do Candelária, recebi imensos telefonemas e mensagens de apoio de amigos e de alguns clubes, sendo um deles o Gulpilhares. Posso dizer com muito orgulho, que em todos os clubes onde joguei, deixei muitas amizades. Assim sendo não é de estranhar o meu regresso ao Gulpi. O ACR Gulpilhares é muito mais que um clube de hóquei, é uma família. Nunca me vou esquecer o que o Presidente, Sr. Adriano Silva, o treinador Fernando Almeida e o capitão de equipa Marco Dias, fizeram por mim na altura que souberam que tinha sido dispensado do Candelária. Contactaram-me e abriram as portas do clube para eu poder treinar, uma vez que no Pico era de todo impossível. Eu e a minha mulher decidimos que era melhor regressar mais cedo a casa e poder treinar, pois ainda faltava bastante tempo para terminar a época e poderia sair bastante prejudicado, se ficasse tanto tempo sem treinar. O Sr. Adriano é um Presidente com P grande e os meus novos companheiros de equipa foram fantásticos, da forma como me acolheram. Posso dizer que tenho uma dívida de gratidão para com todos eles. Aproveito para desejar as maiores felicidades e muito sucesso ao Viti, ao Leandro Wada e ao Alexandre Saraiva que estão de saída do Gulpilhares. É um clube com uma cultura desportiva fantástica e isso deve-se, sem sombra de dúvida, às pessoas que gerem o clube tendo como expoente máximo o Sr. Adriano. *
"Vou dedicar-me de corpo e alma ao clube como sempre fiz por onde passei"
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Pedro Antunes - Vamos ter um "Carrais" a 200% na próxima época? Cândido Oliveira -O que posso dizer é que vou dedicar-me de corpo e alma ao clube como sempre fiz por onde passei, com muita dedicação e muito trabalho para retribuir a confiança e aposta que o Gulpilhares fez em mim. Vamos ter uma equipa com um misto de experiência e juventude e acho que eu e os outros jogadores mais experientes, podemos ajudar os mais jovens a evoluírem, de forma a que todos possamos atingir os objectivos que nos foram propostos. Os jovens têm bastante valor. Não é por acaso que três deles foram campeões nacionais de juniores em 2007/2008 e vice campeões nacionais com os mesmos pontos do campeão nacional em 2008/2009. Vejo o hóquei como um desporto colectivo e não poderia ser de outra forma, como tal, em primeiro lugar está o grupo (colectivo) e depois é que vem o plano individual. *
*Expressar pessoalmente a minha admiração e gratidão pelo trabalho que tens feito no blog"
* Pedro Antunes - Uma mensagem para terminar: Cândido Oliveira - Expressar pessoalmente a minha admiração e gratidão pelo trabalho que tens feito no blog pelo hóquei em patins que tanto amámos. Gostaria também de desejar as maiores felicidades à Selecção Nacional para o Campeonato do Mundo de Vigo. Muito obrigado mais uma vez pela tua disponibilidade. Grande abraço, Cândido Oliveira "Carrais" * Pedro Antunes - OBRIGADO Cândido. Grande abraço para ti e para a tua família.