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14 octobre 2010

1° Div: Benfica 5 - 2 Candelária : Cronica da Cristina & VIDEO

Cristina Marques
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A chuva não demoveu os adeptos que foram assistir a mais uma partida de hóquei. As bancadas estavam bem preenchidas, e até a claque esteve presente. Vieram de Odivelas, Calhariz, Alcobaça, e fizeram questão de espalhar as suas bandeiras pelo recinto. Que animação. Então, e o jogo? Sim, o jogo. Começou com Ricardo Silva a proteger a baliza, e a tomar conta do resto do campo Diogo Rafael, Valter Neves, Ricardo Pereira e Abalos. Os primeiros dez minutos da partida foram bem agitados, grande correria no campo. A equipa açoriana estava muito ofensiva, todo o cuidado junto à baliza benfiquista era pouco. A claque passou todo o jogo a elevar os seus cânticos. Todo o apoio era pouco para a equipa do coração! E um menino que, em plena bancada, decidiu agitar a anca em jeito de “rebolation”. A moda veio para ficar, até se instalou no mundo do desporto. Entre toda a agitação, o treinador da equipa encarnada decidiu tirar Luís Viana e Cacau do banco. E a dez minutos do final da primeira parte Luís Viana inaugura a baliza do Candelária com o primeiro ponto do jogo. Sai Valter Neves, entra João Rodrigues, e ainda há tempo para uns goles de água. Poucos minutos depois, Luís Viana fez a bola bater no fundo da baliza açoriana. Faltavam dois minutos para o intervalo. Intervalo esse que, para além de uma pequena pausa e uns conselhos de mestre, ainda houve tempo para o jogador Sérgio Silva, 33 do Candelária, mostrar o afecto pelo filho e agradecer o apoio a quem o veio ver jogar.
Na segunda parte, Luís Viana ocupa o lugar de Caio, que salta do banco de suplentes para dar vida à segunda metade da partida. Faltando 17 minutos para o final do jogo, o espanhol Abalos sai e entra Valter Neves. E dois minutos depois, João Rodrigues aumenta a vantagem da equipa da casa. Marcou, saiu. De novo o espanhol em campo. A catorze minutos do fim, o Candelária decide dar o ar da sua graça com um golo, marcado pelo jogador nº 6. E parece que os Açores enviaram o ciclone para o campo, pois passados 7 minutos a equipa volta à carga e marca mais um ponto. Mas não ficamos por aqui. Abalos deu a volta ao marcador. Uma reviravolta sofreu também as equipa, que passa a ter em campo Luís Viana, Cacau, João Rodrigues e Abalos. Mas antes de nos irmos embora ainda houve mais uns momentos de glória. A vantagem benfiquista deixou a plateia ao rubro, e a claque entoava cada vez mais alto e com mais garra o seu orgulho na equipa da casa. Garra é o nome do meio! E para que a partida terminasse em grande, ainda houve tempo para mais um golo do recém-chegado Luís Viana. O voo do açor não foi muito alto…
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Do Pedro Jorge, a quem eu agradeço os diversos links para o meu blog, que tem publicado, ajudando também assim a divulgar este espaço.
Pedro Antunes

29 avril 2010

Crónicas da Cristina: SL BENFICA 4 - 5 HC BRAGA

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Cristina Marques - Mais uma "Patinslover"
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Crónicas da Cristina (2):
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Portugal - J20: SL BENFICA 4 - 5 HC BRAGA
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Pavilhão Império Bonança. No apito Rui Lameiras e Joaquim Carpelho.
Na verdade, os bancos a serem aquecidos por ilustres adeptos eram ainda poucos, falha justificável porque estava a decorrer um jogo de futsal. Uma tarde benfiquista!
Vitor Silva trouxe os meninos da equipa proveniente da cidade mais antiga de Portugal. E a expectativa era alta para este jogo da 20ª jornada, de ambos os lados. Queríamos ver aquilo de que os homens do Norte eram capazes.

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"Começamos bem".
O mais velho do clã Rafael inaugurou o marcador faltando 24 minutos para o final da primeira parte. Passados 9 minutos, a baliza do H.C.Braga foi fustigada por Ricardo Pereira que aumenta a vantagem da equipa da casa. Como se não bastasse, passado um minuto, o nº 2 dos encarnados marca mais um ponto. De repente, começou-se a sentir o número de espectadores a aumentar, vindos do jogo de futsal. E deve ter sido motivante chegar ao Império Bonança e se dar conta da vantagem do Sport Lisboa e Benfica frente à equipa bracarense.
A festa era feita por gente de todas as idades. Era ver miúdos e graúdos a entoar cânticos. Enchia a alma de qualquer Benfiquista ver o apoio vindo das bancadas, em uníssono, principalmente dos mais miúdos que, com o sangue na guelra, ainda sem saber pronunciar muitas das palavras da nossa língua, gritavam bem alto, para quem quisesse ouvir, torcendo pelo Glorioso. Isto sim é festa brava, bem pintada de vermelho!
A primeira parte acabou com uma vantagem de 3 bolas a 2 para a equipa da casa. O H.C.Braga pontuou com dois golos de Márcio Fonseca.
Após o intervalo, a equipa da casa começou a aumentar a vantagem através de um golo de Ricardo Pereira.
Nesta partida não houve banco que tivesse aquecido, primeiro porque as entradas e saídas de jogadores em campo foram uma constante; depois porque a arbitragem gerou alguma controvérsia, principalmente nos últimos minutos da partida, e os adeptos fizeram questão de protestar. Tanto movimento provocaria náuseas aos mais fracos de estômago.
Para o H.C.Braga a segunda parte foi sempre a “assapar”. Chegaram ao empate. 4-4. O terceiro golo da equipa nortenha acordou o público, que não se cansou de referir os erros cometidos pela arbitragem.
No último minuto, o jogador Sapo, do H.C.Braga colocou a bola no fundo das redes da baliza do Sport Lisboa e Benfica. Foi uma questão de segundos.
Moral da história: andam por aí muitos patins a precisar de revisão!

28 février 2010

Crónicas da Cristina: BENFICA 5 - 0 Roller Bassano (ADORO!)

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Cristina Marques - Mais uma "Patinslover"
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Crónicas da Cristina (1):
BENFICA 5 - 0 Roller Bassano
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(ADORO e fico feliz por poder contar com mais uma colaboradora, para dar cada vez mais força ao nosso Hoquei em Patins!
Obrigado Cristina e parabéns por esta excelente crónica.)

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“- Mas o que é isto?”
Foi o que me veio à cabeça. Cheguei alguns minutos antes de o jogo começar, como habitual, e nunca me tinha acontecido tal coisa. Não é normal encontrar tanta gente na bilheteira àquela hora. Mas lá me juntei ao aglomerado. Entretanto, tal qual conhecidos de longa data e membros da mesma família, os amantes da modalidade foram partilhando “momentos”, e umas boas gargalhadas. O bom ambiente faz-se sempre sentir. Quando bateram as 16horas foram muitos os que se calaram e colocaram os auscultadores nos ouvidos. Será que a vitória se iria repetir? Estava tudo ali para ver aquela que chamaram de “melhor equipa italiana”. As vozes eram poucas, ansiosos que estávamos para adquirir bilhete e ir assistir ao rolar dos patins e às “stickadas”. E alguém diz “Já ganhamos por um!”. Quem marcou? Tiago, Tiago Rafael! E a ansiedade aumentou. Estávamos todos ansiosos, queríamos ver os meninos “das pizzas” demonstrar o quanto valiam de stick na mão e patinzinho no pé.
Bilhete na mão, toca a mexer. Cada segundo conta. Primeiro pé dentro do estádio e já se sente a batida cardíaca dos adeptos. Passados doze minutos do início, ia eu a subir os degraus do sector 3 e ouço “Goooolo”. Wow! Ricardo Pereira! Isto estava a aquecer! Muita gente a assistir, afinal queríamos mesmo saber se aquela história que diz que “o que vem de fora é melhor” era mesmo verdade. Os meninos andaram a soar as estopinhas, stickada para cá, corrida para lá, falta deste, erro daquele. Estávamos ao rubro! E a ausência de Caio foi sentida. Mas o menino esteve presente na família benfiquista.
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Segunda parte imprópria para cardíacos!
João Rodrigues sai do banco e marca o primeiro ponto da segunda parte, passados 4 minutos no mostrador. “Benvenutos” pensávamos nós, e eles que já expeliam “carbonara” pelos ouvidos e faíscas pelos olhos.
Pouco depois João Rodrigues volta ao banco. Chatice! Verdade é que os portugueses sabem bem receber, mas não ao ponto de o Roller Bassano nos oferecer um golo. Mas mesmo assim, grazie grazie!
Vencido a pulso! Quando já muitos adeptos estavam a se levantar para ir embora, quatro eram suficientes, pensávamos nós, vem Pedro Afonso, tal qual salvador da pátria, marcar mais um golo a dois segundos do fim. E mais uma vez, a plateia vibrou!
Como sempre, não consegui ir embora sem bradar os meninos com uma bela salva de palmas. Assim, vale a pena ir ao hóquei. Vale sempre a pena!
E, verdade seja dita, não há “pasta” que vença um bom cozido à portuguesa… sabemos que o que é nacional é bom!